A função pode existir no organograma e não existir na prática. Estas são as três formas mais comuns de isso acontecer.
Validação sem prazo útil
A dor
A campanha é submetida na véspera do lançamento, com a data já comunicada ao mercado. A função só pode aprovar ou tornar-se um obstáculo, e escolhe quase sempre a primeira via.
A resposta
Fixação, no mandato, de prazo mínimo de submissão e da consequência do seu incumprimento, com registo das submissões fora de prazo no relatório à direcção.
De uma validação simbólica para uma validação com tempo de análise.
Serviço correspondente: Mandato de Conformidade do Atendimento →
Dependência hierárquica de quem lança
A dor
Quem valida reporta a quem tem objectivos comerciais. O parecer desfavorável tem custo pessoal, e a frequência dos pareceres desfavoráveis tende para zero.
A resposta
Redesenho da linha de reporte, com acesso directo à direcção e obrigação de reporte periódico independente da cadeia comercial.
De uma validação condicionada para uma validação com independência funcional.
Serviço correspondente: Mandato de Conformidade do Atendimento →
Pareceres não conservados
A dor
A validação é feita verbalmente ou por mensagem informal, sem que fique registo. Quando a questão se coloca, não é possível demonstrar que a análise existiu nem o que nela se concluiu.
A resposta
Instituição do parecer escrito como formato obrigatório, com arquivo próprio, e registo das decisões tomadas contra parecer desfavorável.
De uma prática informal para um arquivo de decisões fundamentadas.
Serviço correspondente: Dossier de Conformidade do Atendimento →
Identificar a sua dor dominante
A primeira conversa serve para determinar qual destas dores é a que custa mais dinheiro na sua organização.